domingo, 28 de junho de 2015

Filtrando sonhos

Na semana passada, a casa das meninas ganhou novas cores. Após escutarem a história sobre "Filtro dos Sonhos" e entenderem seu significado, as meninas confeccionaram o seu próprio instrumento para filtrar sonhos ruins. A atividade proporcionou um momento onde cada uma pode desenvolver suas habilidades manuais e também fez com que pudessem se ajudar. No começo ouviu-se alguns "Não consigo", mas no final, com uma grande alegria, todas conseguiram concluir seu trabalho. 
Antigamente, uma tribo indígena percebeu que nos lugares onde haviam teias de aranha, as crianças não sonhavam com coisas ruins. Diante disso, passaram a confeccionar Filtro dos Sonhos. Depois de pronto, o formato é semelhante a uma teia de aranha. Este não deixa que os sonhos ruins passem. Transformando o que é ruim, em algo bom. Sua função é transmitir felicidade.  




sexta-feira, 1 de maio de 2015

Clube da Luluzinha

Hoje o clube da "Luluzinha" decidiu dar atenção a auto-estima!

Pintar as unhas e alisar os cabelos pode ser uma ótima maneira de ressaltar as belezas que possuímos!

Além disso, o trabalho em equipe revelou que cuidar uma das outras é fundamental !

Bom final de semana para todas nós!


Trança de uma das integrantes do grupo "luluzinha"

sábado, 18 de abril de 2015

Grupo das Meninas utiliza a Massa de Modelar como trabalho terapêutico



Através da massa de modelar é possível simbolizar as dificuldades. Com a possibilidade de criar e recriar, este material mostra a importância da maleabilidade e da flexibilidade que devemos ter em nossa vida e transformar o que é ruim em coisas boas.


Portanto este é uma modo de
 "preparar para expressão do pensamento, porque o movimento das mãos, dos dedos, pouco a pouco favorece o processo ideativo. O que a palavra ainda não consegue exprimir, o movimento, a forma e o gesto, trazem a linguagem viva do mundo interior, refletindo o caráter, o temperamento. O trabalho com barro ajuda as pessoas a desenvolverem a auto-estima. Amassar o barro é revitalizante porque estimula a pele, contrai e relaxa a musculatura. Para pessoas deprimidas e desvitalizadas é um excelente recurso terapêutico”. (MONTEIRO, 2006, p.61).

O grupo das Meninas pôde vivenciar este trabalho neste último encontro. Foi possível exercitar a integração, o trabalho em equipe quando confeccionaram a massa de modelar caseira, e ainda, a simbolizaçao através da criação de esculturas com a massa. 




Trabalho confeccionado por uma das meninas. O rosto de uma velha sem dentes.

 


MONTEIRO, PATRICIA, R. TEIXEIRA. Comece onde você está construindo sua própria imagem. CRP 15/1659, 2006. Disponível em: <http://www.scrid.com/doc/7192697/arteterapia-Patricia-R-T-Monteiro Acesso em 18 abr. 2015.

terça-feira, 31 de março de 2015

Feliz Páscoa

O Projeto COPAME também está no clima de páscoa!

No trabalho do grupo dos Sonhos já apareceu os coelhinhos!




Que este clima de Páscoa desperte em cada um de nós a renovação e o crescimento interior.

Feliz Páscoa neste ano de 2015!

sexta-feira, 13 de março de 2015

Equipe de Psicologia inicia novos trabalhos!

A equipe de psicologia já vinha realizando um grupo com as crianças menores. Contudo, neste ano de 2015, está ampliando o trabalho, iniciando um grupo terapêutico com as crianças maiores (7 a 12 anos de idade). 

O grupo das Gurias já registrou alguns momentos.





Hoje foi o dia da beleza! Decidimos cuidar de nós mesmas, afinal, somos meninas e gostamos de cores e de se enfeitar!

Gostou?

Pois a gente amou! 




quinta-feira, 12 de março de 2015

Site da COPAME

Copame - Associação Comunitária Pró Amparo do Menor
Está situada na Cidade de Santa Cruz do Su, na Rua Amazonas, 850 | 96845-404

Quer conhecer melhor as atividades da COPAME?

O site da Instituição contém muitas informações importantes e interessantes!

Confira.

http://www.copame.org.br/

quarta-feira, 11 de março de 2015

Defesa de dissertação da Mestre Karini Wilke Pens sobre seu trabalho realizado ao Projeto COPAME enquanto Bolsista de Extensão.

É com imensa alegria que compartilhamos o sucesso da nossa ex Bolsista de Extensao, da área da Odontologia, que desenvolveu seu Mestrado em cima do seu trabalho realizado junto ao Projeto COPAME.



A defesa de dissertação da Mestranda: Karini Wilke Pens, junto ao Programa de Pós-Graduação em Educação – Mestrado, da Unisc, ocorreu no dia 27 de fevereiro às 13h30 na Unisc. Seu trabalho de dissertação teve como título: “O Simbolismo da Criança e a Criança como Símbolo: abandonos e sopros de vida”.
Gostaríamos de deixar aqui registrado os nossos votos de muito sucesso!



-> Confira aqui um Resumo do trabalho fornecido pela Mestre Karini W. Pens.



Com esta pesquisa, tive por objetivo compreender como os bebês e as crianças bem pequenas simbolizam a dinâmica do abandono na relação com suas cuidadoras. Através da Etnografia e da Fenomenologia, realizei uma descrição densa dos acontecimentos e do contexto, com base no pensamento de Carl Gustav Jung e autores pós-junguianos. Inspirei-me na ideia de que estamos sempre em busca de realizar algo, através do diálogo entre consciente e inconsciente e do desenvolvimento do eixo Ego-Self. Nesse diálogo surge o símbolo, que é considerado algo carregado de sentido e a antecipação de um estado nascente de consciência. Porém, a compreensão deste ocorre quando o indivíduo se encontra com seu Ego estruturado, ou seja, sua compreensão depende da vontade. Dessa forma, apesar da criança ainda se encontrar em processo de estruturação do Ego, é possível observar os impulsos criadores ou sopros de vida, que estão presentes, desde cedo, e se manifestam através das emergências simbólicas, que a criança vivencia no aqui e no agora. A pesquisa ocorreu na Associação Comunitária Pró-Amparo do Menor – Copame, que é uma Instituição que funciona em regime de abrigo, na cidade de Santa Cruz do Sul – RS, e teve como participantes cinco cuidadoras e três crianças, que se encontravam entre 17 e 35 meses. A escrita foi dividida em dois momentos: um deles aborda a interação da pesquisadora com as cuidadoras, em que ambas relatam sobre suas vidas, fazendo relação com a criança arquetípica e a Copame. O outro momento é resultado da interação da pesquisadora com as crianças, no qual foi possível evidenciar algumas emergências simbólicas que elas demonstraram através de eventos repetitivos, como: a borboleta, o avião, a bicicleta, o castelo, a casa, o livro, etc. Assim, foi possível indicar, simultaneamente, os processos de abandonos e sopros de vida vivenciados pelas crianças, que, mais tarde, poderão entender seu significado com mais profundidade. Além disso, a pesquisadora fez uma reflexão de sua autobiografia, comparando-a com as simbolizações das crianças, e observou que existem semelhanças entre ambas. Isso a levou a concluir que é necessário uma percepção simbólica do educador na Copame, a fim de facilitar o processo auto-organizador das crianças, a partir de uma conduta responsável do educador para com ele mesmo.
Palavras-chave: Criança, sopros de vida, abandono